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Margem de Erro

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Uma semana de cinema

Consegui, na última semana, apanhar alguns filmes que me tinham escapado em Bournemouth.
Transformers, película idiota e com enredo tão verosímil como Fahrenheit 9/11. Mesmo assim, deu para entreter e para pasmar – os efeitos especiais deixam o maior céptico em CGI de boca aberta.

Death Proof: um pouco de Scorsese, um pouco de Godard, um pouco de Packinpah e até um pouco de Tarantino. Muitos pés, rabos, carros ferozes, velocidades infernais, o sangue do costume e uma certeza: Tarantino não é génio, é mais do que isso. É um cinéfilo puro, que revela em cada filme aquilo que mais ama na vida. O Cinema agradece a homenagem e nós agradecemos mais uma lição.

Simpsons: com os radicais e fanáticos do costume ocupados a debater se Matt Groening é de Esquerda ou de Direita, católico ou agnóstico, perde-se o essencial: Simpsons, é entretenimento genuíno, humor refinado e politicamente incorrecto. Faltou apenas um pouco mais de Mr. Burns.

Letters From Iwo Jima: depois da ligeira decepção de Flags of Our Fathers (onde Clint nos diz o óbvio e depois o repete vezes sem conta até à náusea) este Letters compensa francamente pela mestria das interpretações, a sublime fotografia, música minimalista e o claro regresso de Clint à velha forma de realizador a que nos tinha habituado com Mystic River e Million Dollar Baby, onde não interfere nem faz juízos de valor. Está tudo na história, não em quem a conta.

Disturbia: o elo mais fraco deste Verão (minto: Harry Potter e Pirates of the Caribbean repartem entre eles os títulos mais inacreditavelmente chatos da época). Promete muito como herdeiro de Rear Window mas falha rotundamente como thriller. Safam-se umas gags aqui e ali e Shia LaBeouf com a sua energia muito própria.

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